Dicas Úteis

25 dicas para economizar nas contas de água e luz

Algumas medidas podem ser adotadas para influenciar positivamente no valor das contas ao final do mês. Uma das iniciativas mais adotadas - a utilização de lâmpadas fluorescentes – já contribui bastante para uma diminuição significativa no consumo. Entretanto, existem muitas outras maneiras de economizar energia e água e colaborar com o meio ambiente, confira abaixo. 

- Utilize aeradores (peneirinhas acopladas na saída de água) nas torneiras;

- Reduza o tempo no banho. Cinco minutos são suficientes! O consumidor pode economizar ainda mais se fechar o registro para se ensaboar;

- Reaproveitamento de água: a água do banho ou da máquina de lavar roupa também pode ser reaproveitada para lavar quintais;

- Feche a torneira ao escovar os dentes, fazer a barba e ao ensaboar a louça;

- Adote descarga de caixa acoplada no vaso sanitário (todas fabricadas a partir de 2001 utilizam 6 litros de água). O vaso sanitário com a válvula e tempo de acionamento de seis segundos gasta cerca de 15 litros. Quando a válvula está defeituosa, pode chegar a gastar até 30 litros;

- Conserte os vazamentos de água assim que eles forem notados;

- Só ligue a máquina de lavar louça ou a máquina de lavar roupa quando ela estiver cheia;

- Use um regador para molhar as plantas ao invés de utilizar a mangueira. No verão, a rega deve ser feita de manhãzinha ou à noite, o que reduz a perda por evaporação. No inverno, a rega pode ser feita dia sim, dia não, pela manhã;

- Adote o hábito de usar a vassoura, e não a mangueira, para limpar a calçada e o quintal da sua casa. A mangueira ligada por 15 minutos gasta cerca de 280 litros de água;

- Lave o carro com balde e um pano ao invés de uma mangueira. Se possível, não lave o carro durante a estiagem (época do ano em que chove menos).

Na economia de energia:

- É possível reduzir o consumo de energia desde o planejamento da construção de um imóvel, aproveitando ao máximo a iluminação natural. Abra janelas, cortinas e persianas durante o dia;

- Planeje a organização dos ambientes, como a disposição dos móveis, pois isso também ajuda;

- Troque as lâmpadas incandescentes por lâmpadas fluorescentes compactas, pois a economia de eletricidade proporcionada por ela pode chegar a 80%. A quantidade de acionamentos da lâmpada fluorescente compromete seu tempo de vida. Prefira-as para a cozinha, área de serviço, garagem e qualquer outro espaço em que as lâmpadas permaneçam acesas por mais tempo;

- Adote dispositivos de detecção de presença para lâmpadas em áreas externas, por exemplo;

- Ao sair do ambiente, sempre apague as luzes;

- Use cores claras no teto e nas paredes internas. Elas refletem melhor a luz e deixam o ambiente mais claro;

- Mantenha luminárias, globos e arandelas sempre limpos;

- Diante da falta de opções de descarte, ao jogar uma lâmpada velha no lixo comum, enrole-a com papel ou coloque-a de volta na embalagem original, para evitar que se quebre. Se puder, organize um grupo de vizinhos para o descarte coletivo nas empresas especializadas. Quanto maior a quantidade de lâmpadas, mais acessível é o descarte correto;

- Para consultar se a marca que você utiliza tem o selo do Inmetro, acesse a página do órgão, aqui; no menu lateral à direita, clique em "Tabelas de eficiência energética". Cheque as empresas importadoras nas tabelas que tratam de lâmpadas incandescentes. Denúncias de lâmpadas não certificadas podem ser feitas na Ouvidoria do Inmetro, pelo telefone 0800-285-1818; 

- Avalie a possibilidade de adotar o aquecimento solar de água. A substituição dos chuveiros elétricos por aquecimento solar possibilitaria a diminuição de 30 a 50% da conta de energia do consumidor residencial;

- Evite equipamentos ligados quando não necessário. Desligue os equipamentos da tomada, em vez de desligar apenas no comando, caso pretenda ficar um longo período sem utilizá-los. Os aparelhos em modo stand-by continuam consumindo energia;

- Antes de comprar um novo equipamento, verifique a etiqueta de consumo de energia e o selo do Procel e escolha aquele que consome menos energia;

- Não ligue a televisão só para servir de companhia, nem adormeça com ela ligada. Programe para que desligue sozinha;

- Verifique as borrachas de vedação da geladeira e do forno - coloque uma folha de papel entre a borracha e a porta: se a folha ficar solta, a porta não está fechando de forma eficiente;

- Programe as definições do seu computador para ele se desligar automaticamente (hibernar) após um tempo sem ser utilizado.

Fonte: Ciclo Vivo



Saiba o que são os Cobogós, elemento arquitetônico 100% nacional

Cobogó é o nome pelo qual foi batizado o elemento vazado, inicialmente feito em cimentoSeu nome deriva das iniciais dos sobrenomes de três engenheiros, que no século XX trabalhavam no Recife e conjuntamente o idealizaram: Amadeu Oliveira COimbra, Ernest August BOeckmann e Antônio de is

O bem conhecido na memória visual de muitos e nem tão conhecido assim para muitos outros, os cobogós estão de volta ao mercado possibilitando uma gama enorme de utilizações, seja para bloquear a visão de alguma área, seja para permitir a ventilação de um ambiente ou até mesmo como objeto decorativo. Nos anos 40 e 50 era feito de concreto e muito utilizado nas casas da época, depois passou a ser fabricado com outros materiais como argila, vidro e cerâmica. 
Usado para evitar o superaquecimento do ambiente, iluminando, permitindo a passagem da luz e da ventilação natural, conferindo privacidade e permitindo a ventilação evitando grandes ventos, o cobogó funciona para fechamento ou divisão de ambientes de maneira suave formando um jogo de luz e sombra com efeito muito bonito. Também é um aliado na economia de energia, uma vez que filtra o sol e garante ventilação permanente.
O cobogó ficou famoso após sua utilização pelos Arquitetos brasileiros Oscar Niemeyer e Lúcio Costa.
Abaixo estão alguns exemplos de cobogós.


         


      

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